Salvatore Ferragamo/Zegna-109 | Paris-Lifestyle by Aéroports de Paris

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Passagens Aéreas em Promoção
* Os preços divulgados estão sujeitos à indisponibilidade e/ou alteração a qualquer momento. Taxas a incluir.

Renovar-se no Six & Spa

Alojado no Hotel Le Six, um elegante 4 estrelas du quartier latin, este “casulo” voltado para o bem-estar do corpo e do espírito casa os materiais mais nobres e minerais, cores quentes e luzes suaves. O seu hammam em mosaico e os melhores produtos de cuidados acabam por fazer deste Spa íntimo e aconchegante um verdadeiro ninho de harmonia benéfica. O must? O ritual energético dos Alpes, uma massagem efetuada com baluchons em tecido de sais e plantas da montanha, simultaneamente, equilibrante, drenante e relaxante. Tratamentos a partir de 70 e.
14, rue Stanislas, Paris 6e (01 42 22 00 75,hotel-le-six.com).
crédit : © Hotel Le Six

PRÊMIO DA FUNDAÇÃO EMPRESARIAL RICARD

A exposição reúne oito artistas, com idades até 40 anos, reconhecidos por entidades internacionais ou oriundos do cenário underground.

O júri da Fundação Empresarial Ricard escolherá entre suas obras aquela que será exposta no Centro Pompidou.

De 6 de setembro a 2 de novembro. Fondation Ricard : 12 rue Boissy-d’Anglas, Paris 8e (
fondation-entreprise-ricard.com).

Crédit : © Mathilde Aigus/Courtesy de l’artiste et de Graff Mourgue d’Algue, Genève

Procurar uma loja | Paris-Lifestyle by Aéroports de Paris

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Planos dos terminais | Paris-Lifestyle by Aéroports de Paris

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Paris-Lifestyle by Aéroports de Paris

Marca indispensável da moda internacional, reconhecida pelo seu célebre Tartan Nova Check e pelo seu Trench Coat que nunca sai da moda, o “básico” de todos os guarda-roupas desde os mais clássicos aos maiores fãs da moda.
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Paris, recreio dos artistas | Paris-Lifestyle by Aéroports de Paris

Exposições, salas de vendas, a street art é agora solicitada pelo mercado de arte, mas a
rua continua sendo o local da legitimidade do artista que pretender forjar o seu mito. Visão geral.

Desde 1980, inspirado pelo grafiteiro, Keith Haring fez descer a arte para o metrô de Nova York. Antes dele, Ernest Pignon-Ernest e Daniel Buren já tinham iniciado o trabalho nas ruas de Paris. Mas seria necessário esperar pelos anos 90 para assistir à explosão da street art (ou pós-grafite) que ocupa a cidade como se esta fosse uma galeria a céu aberto. Mais tolerante que Nova York, mas menos do que Londres, Paris continua sendo um importante local para esta disciplina. Os passeios, os painéis publicitários e o mobiliário urbano são alguns das locais eleitos para as mulheres nuas estilo 1900 de YZ, os painéis em preto e branco de JR, as gravuras a buril e explosivo do português Vhils, os estêncis de Miss-Tic ou os extraterrestres em mosaico do histórico Invader. Se a Internet oferece à street art uma visibilidade e perenidade totalmente novas, estas obras tornam-se mais ou menos efêmeras de acordo com os quarteirões. De entre os arrondissements parisienses mais acolhedores distinguem-se os 11º, 13º e o 20º. O 13º vangloria-se até, sob o impulso do seu presidente, de “promover a street art, termômetro da vitalidade de uma cidade”, oferecendo paredes a uma quinzena de artistas para que estes realizem afrescos monumentais. Assim, em junho passado, o americano Shepard Fairey mundialmente conhecido sob o pseudônimo de Obey pelo seu anúncio da campanha de Obama, pintou com estêncil, na fachada de um imóvel, um rosto de mulher com 40 m de altura. No 11º, rue Oberkampf, a associação Le MUR (módulo, urbano, reativa) convida os artistas a ocuparem-se por turnos o espaço de um antigo painel publicitário com 3 x 8 m. No 20º arrondissement, a prefeitura criou um treinamento específica para o pessoal encarregado pela limpeza de paredes, a fim de distinguir o tag selvagem do graff artístico. A sua intervenção na rua oferece aos artistas a possibilidade de criar nome e há cinco anos que se assiste à emergência de um mercado, com a multiplicação de galerias especializadas na versão em tela de certos artistas. Credibilizada pelas galerias de arte, popularizada pela Internet e redes sociais, a street art é agora comercializada com sucesso pelos leilões. Em janeiro de 2013, a venda de arte urbana organizada pela casa de leilões parisiense Artcurial bateu um novo recorde: 1,2 milhões de euros. Um belo desempenho para um mercado ainda inexistente há dez anos. K

Paris para românticos | Paris-Lifestyle by Aéroports de Paris

O Museu da Vida Romântica ressuscita o ambiente de um hotel particular frequentada pela nata parisiense no século XIX.

É uma mansão com dois andares tendo na frente um pequeno pátio calcetado florido com lilás e roseiras antigas. À sombra de árvores majestosas, uma estufa se abre sobre um pequeno jardim plantado com campainhas, clematites e digitálias, onde Frédéric Chopin gostava de descansar. Esta antiga casa do pintor holandês Ary Scheffer abriga hoje o Museu da Vida Romântica. Situado em Paris, sob os contrafortes do monte Montmartre, mesmo ao fundo de uma pequena rua secreta, no início da rue Chaptal, ao n°16 exatamente.
O perfume antigo da Nova Atenas ainda flutua por aí. A Nova Atenas designa durante o Segundo Império esta ilhota do 9.º bairro de Paris. Mesmo no início da era romântica, os arquitetos da época, imbuídos das tradições da antiguidade, constroem sobre terrenos e pomares belas casas neo-clássicas, imóveis de rendimento e ateliês. Um reduto de artistas, poetas e de escritores, de pequenos burgueses e de cortesãs, floresce entre a Ópera Garnier e a agitação dos Grands Boulevards. Maupassant mora perto da loja do Père Tanguy, o comerciante de cores da rue Clauzel, que acolhe os impressionistas, os simbolistas e os nabis. Vincent Van Gogh frequenta a loja e pinta o retrato do Père Tanguy que ficou célebre. Na época, Vincent trabalhava juntamente com seu irmão Théo, para Goupil, o editor de gravuras instalado nos números 9 e 11 da rue Chaptal, mesmo em frente da casa de Ary Scheffer. Todas as sextas-feiras, o pintor recebe o Tout-Paris. Lamartine, Liszt, Ingres, Rossini, Dickens se encontram nos seus ateliês. Delacroix e Géricault vêm como vizinhos que são, assim como Chopin e George Sand.
Portanto, não é surpreendente que encontremos nos três cômodos do andar térreo do museu uma reconstituição do universo da escritora. A cidade de Paris deve, principalmente, à sua neta esta excepcional coleção de documentos, objetos de arte, jóias e pinturas. No primeiro andar, o visitante pode admirar telas importantes de autoria do pintor Ary Scheffer e dos seus contemporâneos. É nesse ateliê-biblioteca que todos os anos são organizadas duas exposições temporárias, entre as quais a muito recente Teatros românticos em Paris, coleções do museu Carnavalet que pode ser vista até 15 de julho. Uma centena de obras ilustra a intensa criatividade do teatro parisiense no início do século XIX. Passear assim que os dias bonitos chegarem na paz desse poético “enclos Chaptal” é um pouco como reviver, no espírito dos românticos, a suspensão do tempo.

Le musée de la Vie romantique : 16, rue Chaptal, Paris 9.º bairro (paris.frparis.fr).}}

Texto: Catherine de Montalembert
Fotografias: Jean Marie del Moral

Paris num estúdio | Paris-Lifestyle by Aéroports de Paris

Para todos os amantes do cinema, espectadores ou profissionais, a capital francesa é uma etapa obrigatória. Um foco sobre a cidade dos sonhos em celulóide.

Em 2012, Paris serviu de cenário para cerca de mil filmagens, ou seja, quase três por dia. Não são, é claro, apenas longas-metragens. Também estão incluídos muitos curtas, filmes empresariais, spots publicitários ou ainda filmes de escola realizados ao sabor dos distritos da cidade. Representam ao todo 3.307 dias de filmagens. É uma verdadeira benção para os milhares de técnicos numa conjuntura econômica delicada. Parafraseando Ernest Hemingway, se “Paris é uma festa”, ela também o é, com certeza, para aqueles que, na França, vivem da sétima arte.
Entretanto, o número de filmes de cinema teve uma ligeira queda em relação a 2011: 99 filmes rodados na cidade (no ano anterior foram 130). Entre as realizações deste início de 2013 registra-se “Three Days to Kill”, dirigido e estrelado por Kevin Costner, e um policial produzido por Luc Besson, que ocupou, mais precisamente, os arredores da igreja de Saint-Gervais (4º arrondissement) durante o mês de fevereiro. Em fins de 2012, a escritora de sucesso Delphine de Vigan (“Rien ne s’oppose à la nuit”) realizou seu primeiro longa: a comédia “À coup sûr”, estrelada por Éric Elmosnino e Valérie Bonneton, na qual, visivelmente, ela soube tirar partido da fotogenia do recém-reformado bairro de Belleville. Entre os cineastas mais famosos que fizeram Paris brilhar em seus mais recentes trabalhos, podemos também citar Danièle Thompson (“Aconteceu em Saint-Tropez”), Valérie Lemercier (“100 % Cachemire”) ou ainda Bertrand Tavernier (“Quai d’Orsay”). Filmagens prestigiosas que, a exemplo de umas quinze, ano passado, também tiveram lugar nos terminais do Aéroports de Paris. A cidade também serviu de cenário, este ano, para filmagens de séries. A começar por “Jo”, com Jean Reno, uma produção americana de distriuição internacional cujas pesquisas são desenvolvidas em torno de um punhado de locais emblemáticos da capital.

“Paris, o destino mais cotado do mundo”
“A imagem de Paris é um fator decisivo para a divulgação da cidade pelo mundo”, explica Régine Hatchondo (ver quadro). Na qualidade de diretora geral da Unifrance, ela sabe bem do que está falando: o órgão que dirige (presidido desde pouco pelo cineasta Jean-Paul Salomé) encarrega-se da promoção do cinema francês para além das fronteiras nacionais através de micro-festivais organizados nos cinco continentes. “A tela grande continua fazendo de Paris o destino turístico mais cotado do mundo”, explica Madame Unifrance. Uma pesquisa realizada pela associação dos exportadores do cinema francês ressalta, aliás, o vínculo entre cinema e turismo: “6 cinéfilos em 10 declararam ir a Paris após assistir a um filme”, conclui Régine Hatchondo. Em outras palavras, Paris ama o cinema e isto é recíproco.
O município sabe vender bem a fotogenia da cidade: ano passado, a liberação de espaços municipais para filmagens permitiu às produtoras, pela primeira vez, fazerem tomadas nas prefeituras distritais. Regularmente, o site internet da Mission Cinéma (parisfilm.fr) coloca em destaque novos locais, ajudando os cineastas na preparação de suas filmagens pela cidade.

No rastro de Woody Allen
A Prefeitura de Paris também não esqueceu o turismo para cinéfilos. Percursos (imprimíveis no site cinema.paris.fr) convidam ao descobrimento da cidade, de seus bairros famosos, insólitos e históricos através de alguns filmes emblemáticos rodados na cidade. Cerca de 20 obras (“A hora do rush”, “Ratatouille”, “As múmias do Faraó”, “Piaf – um hino ao amor”…), representativas de diferentes gêneros. Você gostou mais especialmente de “Meia-noite em Paris”? O percurso cinéfilo dedicado a este filme de Woody Allen norteará seu passeio pelos diferentes cenários da obra, da ponte Alexandre-III à igreja Saint-Étienne-du-Mont, passando pelo museu de l’Orangerie ou pelo museu Rodin.
A paixão de Woody Allen por Paris remonta a um primeiro filme rodado na cidade em 1965, no qual trabalhava como simples ator (“What’s new, pussycat?” – no Brasil: “O que é que há, gatinha?”). Mas Allen não foi o primeiro cineasta americano a apaixonar-se pela Cidade Luz. Antes dele, Vincente Minnelli (“Um americano em Paris”, 1951), John Huston (“Moulin Rouge”, 1952) ou Billy Wilder (“Irma la Douce”, 1963) colocaram a capital francesa no centro de seu mapa afetivo ideal.
Mais recentemente, foi Martin Scorsese, dirigindo “Hugo Cabret” em 2011, quem sucumbiu aos encantos do lugar. “Para mim, foi como rodar num templo sagrado”, explicou ele. “Uma espécie de peregrinação. Com sensações amplificadas pelo fato do filme evocar a invenção do cinema, e o país ser justamente o local onde tudo começou”. Scorsese conhece bem a sua história da sétima arte: se o cinematógrafo foi inventado na cidade de Lião pelos irmãos Lumière, foi mesmo nas grandes avenidas de Paris que eles organizaram, em 1895, a exibição da primeira sessão de cinematógrafo com entradas pagas.
“Se Paris é incontornável para os cineastas, principalmente estrangeiros, é porque ela oferece aos criadores um valor imaginário agregado que alcança com frequência as motivações dos turistas”, explica Patrick Lamassoure, diretor da Film France (ver quadro). “Ela é, simultaneamente, a cidade do romantismo (onde foram rodados “Todos dizem eu te amo” ou “Sex & the City”), uma megalópole européia para onde convergem os espiões (James Bond, Jason Bourne, “Missão impossível”, “A origem”…), além de um importantíssimo centro histórico”. Lamassoure acrescenta: “Outro ponto forte é esse monumento que 90% dos seres humanos conseguem identificar, chamado torre Eiffel”
A dama de ferro continua passando por poucas e boas na tela grande. Em “Amour et turbulences”, lançado recentemente, ela é a testemunha noturna e passiva do tumultuado romance entre Ludivine Sagnier e Nicolas Bedos. Foi regularmente maltratada em vários filmes de catástrofe (de “Armagedon” a “2012”, passando por “Marte ataca”), perdendo bruscamente seu tão belo equilíbrio. Em 1923, René Clair foi o primeiro a descobrir-lhe uma alma de atriz no curta ” Paris adormecido” (“Paris qui dort”), uma fábula fantástica cujo herói é o vigia noturno da torre.

Até 2015, o número de cinemas parisienses será maior do que em 1955. No outono, a inauguração do multiplex Étoile Lilas foi um evento marcante. Mês passado, aconteceu o renascimento do Louxor, a mítica sala dos anos 1920, localizada no bairro popular de Barbès, extasiando os cinéfilos. O personagem de Humphrey Bogart em “Casablanca” tinha razão: o mundo moderno pode até ruir, mas “ainda teremos Paris”! K

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